Diante do silêncio, a promotora determinou que um oficial da Promotoria intime o prefeito pessoalmente. A gestão municipal terá um prazo de 15 dias úteis para entregar a íntegra da lei municipal, a lista de todos os assessores especiais e os comprovantes de frequência dos últimos seis meses desses trabalhadores. A notificação avisa de forma expressa que o não atendimento ou a demora no envio das respostas pode configurar crime de desobediência e crime previsto na Lei da Ação Civil Pública, com pena de 1 a 3 anos de prisão e multa, além de ação por improbidade administrativa. O caso tramita com sigilo sobre os dados cadastrais e os registos de frequência dos servidores para preservar a privacidade e o andamento das investigações.
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