Hugo Motta toma posse na Câmara e repete gesto histórico de Ulysses Guimarães

Com essa declaração e o gesto simbólico, Hugo Motta inicia seu mandato na presidência da Câmara dos Deputados reforçando um compromisso com a estabilidade institucional e com um discurso voltado à preservação dos valores democráticos.

Redação

O presidente recém-eleito da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tomou posse neste sábado (1º/2) e fez um gesto simbólico que marcou a história política do Brasil. Em seu primeiro discurso à frente da Casa, Motta levantou a Constituição Federal com as duas mãos sobre a cabeça, repetindo o icônico ato de Ulysses Guimarães em 1988, durante a promulgação da Constituição.

O gesto de Motta reforçou a tônica de seu discurso, que teve como ponto central a defesa da democracia. Em um momento marcante, o novo presidente da Câmara citou a emblemática frase de Ulysses Guimarães:

“Temos ódio e nojo à ditadura.”

Compromisso com a democracia e a economia

Durante sua fala, Hugo Motta ressaltou que a democracia está diretamente ligada a uma economia organizada e defendeu políticas públicas voltadas para o equilíbrio social e financeiro do país.

“Não há democracia com caos social. Não há estabilidade social com caos econômico. Defenderemos a democracia porque defenderemos também as melhores práticas e as melhores políticas econômicas para garantir a paz nos lares dos brasileiros, sobretudo os que mais precisam.”

Além de abordar a importância da democracia, o novo presidente da Câmara fez questão de lembrar seu antecessor histórico, reforçando a responsabilidade da Casa Legislativa na defesa da Constituição.

“Vejo este plenário deste ponto de observação tão singular e não posso deixar de lembrar e me emocionar que esta é e será sempre a cadeira do Senhor Diretas, do Senhor Democracia, a eterna cadeira do pai de nossa Constituição, Ulysses Guimarães.”

Com essa declaração e o gesto simbólico, Hugo Motta inicia seu mandato na presidência da Câmara dos Deputados reforçando um compromisso com a estabilidade institucional e com um discurso voltado à preservação dos valores democráticos.

Compartilhe: